Pela ZL – Zeni Sushi

Apesar do Zeni Sushi ser uma rede, vamos valorizar a da Zona Leste, né? A unidade da Mooca fica na Paes de Barros, 1179.

Você precisa saber que eu não sou a maior fã de peixe, nem cru nem de nenhum tipo. Comida japonesa era uma coisa quase impensável pra mim, mas desde que conheci o Zeni, posso falar que hoje eu gosto bastante dessa gastronomia.

Sei que os puristas da gastronomia japonesa vão falar: Ahhhh mas é cheio de cream cheese, mas é frito! SIM E SIM, amigo! Se você acha que não gosta desse tipo de comida vem comigo!

O rodízio custa R$49,90 no almoço em dias úteis e R$69,90 nos outros dias, o que eu acho bem justo! O ambiente é muito bonito, além das mesas convencionais há a opção tatame. Eu que estou quase dando oi para os 30, fiquei com medo de doer as costas, mas aceitei pela experiência e não me arrependi, achei muuuuuito confortável. Se tiverem disponíveis podem aceitar sem medo. As costas não doeram, você fica descalço, come sem pressa, uma delícia!

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O atendimento é maravilhoso, eu que não sei o nome de nada consegui compreender perfeitamente o que era cada coisa com a explicação da nossa atendente. Pedi a borrachinha para os hashis e me senti zero julgada hahahahaha

Tudo vem gosto e bem apresentado. Esse salmão com geleia de pimenta é muito bom! Hot Roll todo mundo gosta, né? Mas te digo que esse peixe branco maçaricado é ainda melhor. Também tem ceviche de entrada, que não era nada de outro mundo, mas gostei.

Há várias opções de temakis, mas o preferido, sem dúvidas é o de camarão empanado.d8e3f22d-70ea-4757-aa44-d13a415ca484

A parte frita é bem completa, mas sugiro passar o tempurá, os legumes são empanados individualmente e não achei bom, não. Já a lula estava perfeita, assim como o camarão!

Os frios, tem sashimi de polvo, eu passo, mas passo todos os sashimis porque acho sem graça, não gosto da textura do peixe cru e também não sou fã de shoyu, acho extremamente salgado, até o light. O atum até que vai mas acho o salmão puro muito estranho, sei lá porque.

Já os sushis eram todos ótimos! Tem sobremesa também, o sorvete é simples e tem gostinho de caseiro, sabem?

Não sei se esse post deu fome em vocês, mas eu voltaria lá amanhã tranquilamente!

 

 

Mendoza – Trivento e Trapiche

Escolhi juntar duas vinícolas no mesmo post nem só porque fomos no mesmo dia, e sim, porque ambas são bem conhecidas por nós brasileiros (e pra dar boas dicas pra minha amiga Ligia que desembarca na cidade em janeiro <3)

Antes de começar quero te falar uma coisa, na Argentina bebe-se MUITO vinho, sério. Conheci primeiro Buenos Aires e depois Santiago, há uma nítida diferença de comportamento dos dois com relação a bebida. Na Argentina vemos jovens, idosos, em qualquer horário do dia degustando uma bela taça de vinho, agora no Chile, você sabia que você só pode beber se comer algo? Há também restrições no horário de venda das bebidas alcoólicas e também não é permitido beber em locais públicos.

Dito isso isso, amamos o Chile, mas a Argentina mora no coração ❤ e dito isso parte 2: Bebe-se muito em Mendoza. Marcamos quatro vinícolas por dia e em todas as últimas chegamos atrasados e tortos hahahahahah  então recomendo marcar três e nunca em hipótese nenhuma dirigir, nosso motorista era chatinho, era! Mas essa foi a nossa única preocupação.

Trivento

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A Trivento foi a primeira do nosso dia, chegamos cedo e nosso guia já nos serviu um espumante até o outro casal chegar, enquanto isso ficamos admirando as obras expostas que eram incríveis e de artistas mendocinos.

A Trivento pertence ao gigantesco grupo chileno Concha y Toro, já esperávamos toda a modernidade e a estrutura da sua matriz e confesso que estava achando que a visita seria mais do mesmo.

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Mas ainda bem que eu estava enganada, nosso guia que era um queridão fez a gente andar até as parreiras em um frio de uns 3 graus para nos proporcionar uma experiência incrível.

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Neste lugar lindo, com um frio que doía na alma tivemos uma verdadeira aula sobre agronomia! Falamos sobre o terroir, as estruturas das parreiras, sobre as pragas que as plantas podem atrair e como repelir. A irrigação é feita com água de degelo do rio Mendoza e é uma das mais límpidas que já vi, fiquei encantada.

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Também foi explicado exatamente como é feita a poda da parreira e fiquei feliz de aprender um pouco mais e sair do roteiro pré-definido das demais degustações.

Depois seguimos rapidamente pela parte de produção do vinho, tudo bem moderno como já esperávamos.

A degustação foi feita na parte principal e achei bem aconchegante. Escolhemos a degustação Trilogia: provamos o GOLDEN RESERVE Syrah 2014, o LEJANAMENTE
JUNTOS – Malbec e Cabert Sauvignon 2013GOLDEN RESERVE BLACK SERIES – Malbec 2014

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Todos maravilhosos, se você quer se esbaldar com Malbec essa é sua degustação! Minha uva preferida da vida!

Trapiche

Foi a última do dia e chegamos atrasados porém felizes. Foi a visita mais cheia que participamos em Mendoza, eram umas 30 pessoas de todas as partes do mundo. A vinícola foi fundada por um italiano apaixonado por vinho,  rapidamente a vinícola se tornou um ícone de Mendoza, a ponto de ter a sua própria linha de trem (hoje desativada) para transportar os seus vinhos para serem engarrafados em Buenos Aires.

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A visita começa na parte antiga até seguimos para a sala de degustação que fica em um piso superior, com chão de vidro e acesso para um deck com uma vista maravilhosa. Inclusive, quase não indico essa vinícola, mas pela paisagem e pelo clima tão gostoso vale a pena.

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Pelo fato da quantidade de pessoas achei a degustação conturbada e mal dava para ouvir a explicação.

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Os vinhos degustados foram Costa y Pampa, Fond de Cave Reserva y Gran Medalla. O Fond Cave Malbec é dos vinhos que eu mais gosto da vida! Porém a versão Petit Verdot não me agradou muito. O Gran Medalla é bom, e neste momento estou arrependida de não ter trazido ele.

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Todos os vinhos degustados foram bons, a visita não é imperdível, mas foi tão gostoso sentar e aproveitar a vista que se tiver um espacinho na agenda, vale sim a apena!

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Charlie Burger – Ótimo e preço justo

Trabalho na região do Morumbi, próximo da Av. Francisco Morato e trago marmita 80% dos dias não só por economia, mas por não ter não nenhum lugar que me anime, gastronomicamente falando.

No quesito hambúrguer já fui na famosa Stunt Burger que fica próximo, mas não mereceu post, nem saudades! Achei o lanche extremamente salgado, não cheguei nem na metade e desisti, a batata também achei esquecível, infelizmente.

Um dia andando pelo bairro vi a Charlie Burger, que fica na R. Lício Marcondes do Amaral, 167, um lugar bonitinho, mas sem firulas, fui conhecer, depois desse dia já voltei umas três vezes e tive constatações: Atendimento sempre bom, rápido e atencioso e o hambúrguer suculento com preço justo!

Sempre peço o CabreroHambúrguer de fraldinha (170g mas sempre acho maior que isso), mussarela, bacon, cebola caramelizada, alface e tomate grelhado, o pão você pode escolher entre: brioche, australiano, gergelim e hoje tinha a opção em pão francês, que amei e é quase tão boa quanto a versão do Madero, ele custa 23 reais

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Versão pão brioche
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Versão pão francês – Imagem da página do Facebook deles porque a minha de hoje ficou péssima!

O lanche vem em um ponto perfeito e bem temperado. Nunca tinha pedido batata, mas pelo bem investigativo desse blog, pedi hoje. Custa 6 reais e e tem as duas opções, rústica e palito, pedi a primeira e amei! Vem em uma boa quantidade por ser individual e justa pelo preço.

Resumindo, por 29 reais você come bem, com qualidade e sai bem feliz!

 

Casa El Enemigo – Quando almoçar na casa do inimigo é uma ótima ideia!

Se você aprecia vinhos argentinos, o nome Alejandro Vigil já deve ser familiar. Falei um pouco dele aqui no post da visita na Catena Zapata e tivemos a oportunidade de conhecê-lo na sua própria vinícola.  A Casa El Enemigo começou em 2008 na própria casa do enólogo em parceria com a filha mais nova de Nicolás Catena, a Adrianna Catena. A proposta é ser mini vinícola com restaurante, utilizando técnicas modernas e sustentáveis para uma produção orgânica.

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Agendei a visita pelo e-mail: constanzah@enemigowines.com e a Constanza foi muito querida durante todo o contato, comentei que no dia do almoço, 12 de junho é dia dos namorados no Brasil e fazíamos questão de comemorar com esse almoço tão especial. Chegando lá nos apresentamos falamos da nossa reserva e já estávamos nos dirigindo pro salão principal, mas SURPRESA a atendente falou que nossa reserva era para uma mesa na cave.

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Descemos sem entender muito bem, mas ela falou que como era dia dos namorados e eu tinha marcado com antecedência (ANTECEDÊNCIA é a palavra chave em Mendoza, já falei isso nos outros posts, né? hahahaha) eles reservaram uma mesa especial. O lugar é pequeno, tem cerca de umas 6 mesas e nosso almoço foi ao lado das barricas de carvalho, que estavam, cheias de vinho que envelheciam em um lugar privilegiado. Pensa no aroma? O lugar é super reservado e tranquilo, antes mesmo de começar já era nosso restaurante preferido!

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O almoço custou $760 pesos por pessoa e a degustação é a parte começando em $280. O menu é composto por três passos, mas começou com a tradicional cesta de pães. Eu falei que os do 1884 era bons, mas esses era os melhores que já provei! Pedimos para repetir hahahaha.

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Nossos vinhos eram: Cabernet Franc 2014 (veio na mala), Malbec 2013 e um blend de Shyrah e Viogner 2013 

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Para entradas eu escolhi a empanada Mendocina que vinha com um tapenade de azeitonas pretas e verdes e estava incrível, mas a escolha do Léo era ainda melhor, era um ovo cozido com gema mole e empanado, nunca comi nada do tipo e achei maravilhoso!

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Para os pratos principais pedi o costumeiro Ojo de Bife que estava perfeito e o marido escolher Ossobuco que demora 12 horas para ficar pronto e foi um dos pratos preferidos dele da viagem toda.

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DSC05224De sobremesa foi um mousse de chocolate branco e doce de leite com pêssego, e foi a chave de ouro, não tenho nenhuma ressalva a fazer.

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Durante o almoço também foi nos servido outro vinho que a nossa atendente abriu e estava oferecendo para todos, mas eu não me recordo. Todos os vinhos da El Enemigo são excepcionais.  Bebe-se bem e come-se ainda melhor!

A conta é paga no salão principal e como se não bastasse tudo de perfeito ainda encontramos o Alejandro e trocamos umas palavrinhas. Se você vai para Mendoza pode colocar essa experiência no topo de coisas obrigatórias para fazer, não fizemos a visita porque já havíamos agendado outra, mas é um lugar que eu pretendo voltar!

Dois livros ótimos! – Suspense

Saudade de escrever sobre livros!

Aposto que você já leu aquele famoso clichê: Mulher com algum trauma/problema psicológico + bebidas alcoólicas + observou/viveu um fato que ninguém mais viu e desconfiam da sanidade dela

Assim é o best seller a Garota no Trem e assim desenrolam os livros A Mulher na Janela e a Mulher na Cabine 10 .

downloadAnna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e… espionando os vizinhos. Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir. Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle? Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. “A Mulher Na Janela” é um suspense psicológico engenhoso e comovente que remete ao melhor de Hitchcock.

A Mulher na Janela, é o primeiro livro do A. J. Finn, publicado aqui no Brasil pela Editora Arqueiro. A Anna é uma ma psicóloga infantil, bem sucedida, mas devido a um fato, ela desenvolveu agorafobia que é uma condição que à impede de fazer coisas simples, como sair de casa. Ela passa parte do seu tempo em um fórum online sobre essa fobia e assim vamos descobrindo a sua história. A outra metade do seu tempo, a Anna passa bebendo Merlot (huuuuum) e observando a vida alheia, assim conhecemos os Russells que fazem parte da trama central do livro.

A história é narrada pela Anna e faz a gente duvidar de todos os personagens. A situação é extremamente conflitante, fiquei ansiosa para descobrir logo o final, mas antes disso uma revelação ainda mais surpreendente, sério! Esse fato me chocou mais que o final em si. É um livro que desperta emoções, bem escrito e não decepciona!

download (1)A mulher na cabine 10 estabelece de vez Ruth Ware como um dos grandes nomes do suspense contemporâneo. No livro, uma jornalista de turismo tenta se recuperar de um trauma quando é convidada para cobrir a viagem inaugural de um luxuoso navio. Mas, o que parecia a oportunidade perfeita para se esquecer dos recentes acontecimentos acaba se tornando um pesadelo quando, numa noite durante o cruzeiro, ela vê um corpo sendo jogado ao mar da cabine vizinha à sua. E o pior: os registros do navio mostram que ninguém se hospedara ao seu lado e que a lista de passageiros está completa. Abalada emocionalmente e desacreditada por todos, Lo Blacklock precisa encarar a possibilidade de que talvez tenha cometido um terrível engano. Ou encontrar qualquer prova de que foi testemunha de um crime e de que há um assassino entre as cabines e salões luxuosos e os passageiros indiferentes do AuroraBoreal.

Laura Blacklock é uma jornalista de turismo que acaba de receber uma excelente oportunidade na carreira, embarcar no Aurora Boreal, um cruzeiro de luxo, com apenas 10 cabines em sua viagem inaugural, acompanhada de outros jornalistas, fotógrafos e pessoas da alta sociedade.

Mas poucos dias antes do embarque, Lo – Laura – acaba sofrendo um assalto no seu apartamento e, com o psicológico totalmente ela começa essa viagem. Tudo corria quase bem, até Lo ser acordada por um barulho na cabine ao lado da sua, como se algo tivesse caído no mar. Assustada, vai para a varanda da sua cabine e avista um corpo no mar, bem como sangue na varanda ao lado.

O livro narrado em primeira pessoa, com uma trama envolvente, fazia tempo que eu eu não me prendia tanto em um livro, apesar do começo parecer arrastado, a história engrena e você, assim como a Lo começa a duvidar de tudo e todos à bordo.

Por se passar no navio, pelas crises de pânico da personagem, achei o livro totalmente claustrofóbico, com um final não tão grandioso quando merecia ser. Mas mesmo assim é um ótimo livro!

Sede 261

Quarta-feira, mas já pode pensar no final de semana, né?

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Sábado de sol eu penso/quero um vinho branco e um algum fruto do mar para acompanhar, se for ostras melhor, e se for em São Paulo, perfeito!

Quem diria que no meio da selva de pedras, no meio de um dos bairros mais badalados da cidade, em uma ruazinha de paralelepípedos estreita e simpática, há um pequeno estabelecimento que oferece tudo isso?

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O Sede 261, fica na Rua Benjamin Égas, 261, em Pinheiros, é um pequeno grande bar de vinhos ou um pequeno espaço para grandes vinhos.  Assim que chegamos já achei o clima ótimo, se você tem algum tipo de preconceito ou acha que vinhos só harmonizam com lugares sofisticados, o Sede 216 vem pra provar que é possível ter um ambiente descontraído e tranquilo, mas com rótulos de altíssima qualidade. Foi um dos lugares que mais gostei de conhecer ultimamente!

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O lugar conta apenas uma mesa coletiva interna e poucas externas, que são bastante disputadas no sábado de sol. O ótimo atendimento é feito pelas proprietárias Daniela Bravin e Cássia Campos que são sommelières. Logo que chegamos pedimos a carta de vinhos e a Cássia logo explicou: Não temos! Os vinhos mudam periodicamente. Ela nos convidou a entrar para escolher, sempre auxiliando de acordo com o nosso paladar.

Neste diahavia cerca de 10 rótulos disponíveis, entre brancos, tintos e até mesmo o excêntrico vinho laranja ( feito de uvas brancas, mas vinificado como tinto, com o uso das cascas na fermentação). Escolhemos uma garrafa de um bom branco, mas também há opções em taças que começam em 20 reais, as garrafas começam em cerca de cem reais.

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Sou essa pessoa de verde bem feliz! 🙂

E para comer, adivinhe? Também não tem cardápio, mas há algo ainda melhor! Aos sábados, a partir das 14h, são servidas ostras (29 reais – meia dúzia) com molhos criados pela chef Yukie Kabashima, pedimos metade sem e a outra marmorizada, um misto com hortelã que era maravilhoso!

Sábado, vinho e ostras, pra que mais?

Bráz Elettrica – Augusta

Pizza é uma ótima opção, em véspera de feriado então!

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Fomos conhecer a Bráz da Augusta, que fica na Rua Antônio Carlos, 328 e foi inaugurada recentemente. Se você já esteve na Bráz pizzaria e amou, mas se assustou com o valor total da conta, a opção mais jovem com pizzas no forno elétrico deve agradar!

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O lugar é bem legal, moderno, descolado, com mesas coletivas e zero frescura! Você entra na fila faz seu pedido e aguarda sua vez.

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As pizzas são individuais, mas em um ótimo tamanho são quatro pedaços bem servidos e o preço médio é de 30 reais, o que eu acho justo, já que as pizzas do mesmo estilo no Eataly custam 50.

Minha escolha foi a Sr. FalcoMolho, linguiça fresca, cebola roxa, alho, manjericão, picles de jalapeño, grana padano

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E a do Léo foi a El. Dorado – Queijo fontina, mozzarella de búfala, alho, grana padano

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Mas a parte mais legal são os chopps, escolhemos uma IPA que custa 16 reais e o atendente falou, querem se servir? Ele demonstrou como funcionava e ficamos MARAVILHADOS! É apenas o jeito mais legal do mundo hahahahaha o chopp é bom, mas como ele é servido é ainda melhor!

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Lembra que falei que é zero frescura? Então, a sugestão da casa é comer com as mãos mesmo! E juro que não faz bagunça e fica ainda melhor.

Eu amei a minha escolha, era um pouco apimentada, bem temperada, massa deliciosa! A do Léo era ótima também! E acho que a Bráz veio para ser uma opção de fast food, muito melhor que MCs e Habibs da vida e com um preço bem próximo, vale a pena fazer essa troca!