Pela ZL – Ressaca de Setembro

Setembro. Você não leu errado. Setembro foi o mês mais aguardado, amado e louco do meu ano. Ele chegou, ele passou, mas ainda não me recuperei.

Em Setembro teve Bienal, teve Porto Alegre, teve Rock in Rio e teve amor, muito amor, momentos maravilhosos com pessoas incríveis ❤

Para fechar Setembro, já no dia 1º deste mês eu comecei o MBA. Outubro também trouxe o já conhecido inferno astral e no meio de um turbilhão, tive que parar, respirar e ficar de molho uns dias.

Por isso, tchau Outubro, pode vir Novembro ❤ com seus feriados e motivos para comemorar!

E eu que não venho dar ponto sem nó neste blog, vim com duas indicações na ZL

A primeira é da pizzaria Bráz. Bem conhecida em outras regiões da cidade, chegou na ZL no número 1572 da Rua Apucarana.

Bonita como nos outros endereços, estava bem cheia na última sexta, mas esperamos somente uns 15 minutos, enquanto isso ficamos no balcão, pedimos um vinho e ganhamos uma degustação de Clericot, uma delícia, aliás.

Escolhemos o vinho da casa, versão italiano, também tem a opção nacional. Foi uns 110 a garrafa, bem gostoso. Vale a pena provar.

Pulamos as entradas, mas tem boas opções!

A pizza escolhemos 3 sabores (adorei essa opção!) a Carbonara, fiel a nome, Bráz, abobrinha muçarela e parmesão e a Favorita, de 4 queijos.

Pra mim o melhor sabor foi o carbonara, porque a opção, ovo, bacon e parmesão é bem difícil dar errado. Agora, a Bráz eu achei sem sal e a Favorita salgada demais. Juro, não consegui comer metade!

O atendimento foi muito, muito bom. O ambiente é uma delícia, porém para uma pizza deste mesmo nível, eu prefiro sem hesitar a 1900. Que fica na paralela Itapura, e é minha pizzaria preferida.

No dia seguinte fomos conhecer o Bar do Berinjela que fica no mesmo bairro, na Praça Vinte de Janeiro, 67 .

Conhecer não é bem a palavra, a gente já tinha ido lá beber umas cervejas, pós um almoço, estava cheio e os pratos pareciam ótimos.

Aqui vale dizer que estávamos com as expectativas MUITO ALTAS. Porque quando fomos para o RJ (em Setembro <3), nossos amigos fizeram com a gente o Tour Comida Di Buteco da Tijuca, e vocês não estão entendendo, foram os três lugares que eu mais comi bem nesses quase 31 anos de vida. Juro!

A gente crente que ia achar nosso Comida Di Buteco na ZL. Mas não foi desta vez.

A cerveja é gelada (porém 15 contos), o atendimento é ok, as porções são caras, beiram os 40 reais.

Pedimos o trio que concorreu ao concurso neste ano. 35 reais e vem seis bolinhos, um de chuchu (o melhor), um que era uma berinjela empanada (ok) e uma batata bolinha empanada com mortadela (bom, ok) com molho de gorgonzola (delícia). Resumindo: Não vale o preço.

Restaurante, livros e otras cositas más…

Oi, sumi, mas voltei.

Meu sumiço foi 100% causado pela Bienal Rio. Foi culpa da correria prévia, culpa dos 8 dias que passei na cidade maravilhosa e culpa minha também, claro.

A Bienal Rio foi super cansativa, não vi quase nada da programação que não eram do meu cliente, mas fiz questão de ver uma das mesas de debate, era sobre livros do gênero thrillers policiais. Sabe quem estava lá? O Raphael Montes, autor de alguns livros que resenhei aqui no blog.

Inclusive antes de embarcar terminei um lançamento dele Uma Mulher no Escuro.

Eu queria conhecer ele, porque além de ser um grande autor, gostaria de ver se há algum resquício de psicopatia nele. PORQUE NÃO É POSSÍVEL ESCREVER LIVROS TÃO VISCERAIS SEM SER LOUCO.

Mas me deparei um Raphael de fala calma, tranquilo e pasmem, até engraçado! Enfim, quase me decepcionei, mas fiquei ainda mais admirada.

Sobre o lançamento, assim como os outros que li, fiquei sem ar, nauseada com a história da Vic.

Victoria Bravo tinha quatro anos quando um homem invadiu sua casa e matou sua família a facadas, pichando seus rostos com tinta preta. Única sobrevivente, ela agora é uma jovem solitária e tímida, com pesadelos frequentes e sérias dificuldades para se relacionar. Seu refúgio é ficar em casa e observar a vida alheia pelas janelas do apartamento onde mora, na Lapa, Rio de Janeiro.
Mas o passado bate à sua porta, e ela não sabe mais em quem pode confiar. Obrigada a enfrentar sua própria tragédia, Victoria embarca em uma jornada de amadurecimento e descoberta que a levará a zonas obscuras, mas também revelará as possibilidades do amor. Um psiquiatra, um amigo feito pela internet e um possível namorado — qual dos três homens está usando tudo o que sabe para aterrorizar a vida de Vic? E o que afinal ele quer com ela?

Livro tenso e o que me chocou mais nem foi descobrir quem era, e sim, o motivo que levou a tudo isso, é avassalador, juro!

Leiam, é sempre bom exaltar autores nacionais, o Raphael é um grande nome da literatura brasileira.

Já que eu voltei, vamos falar de comida também?

BBQ Farm

O melhor restaurante que conheci nos últimos tempos fica no número 265 da Rua dos Pinheiros, lugar que eu gostaria de morar, aliás.

O nome do restaurante não deixa dúvidas, a especialidade é carne. Servida em diversos cortes, agrada todos os tipos de carnívoros.

O ambiente é legal, nada caricato ou temático, achei aconchegante até. O atendimento foi muito bom do começo ao fim, mas vamos ao que interessa?

A escolha do meu marido foi um Magret de Pato Defumado. Eu nem sou a maior fã de pato, mas esse estava incrível! Extremamente macio, defumado na medida certa e o tempero uma delícia. Juro, para quem gosta é imperdível! Eu não lembro o preço, mas era mais de 70 reais.

Eu fui do carro chefe de casa, Miolo da Fraldinha Black Angus pedi ao ponto e a carne apenas desmanchava. Veio acompanhado de um chimichurri. Este corte custa 67 reais. O ponto veio perfeito e a carne muito macia e saborosa, uma das melhores que comi ultimamente.

Os acompanhamentos são a parte, pedimos algo que eu sempre tive lombrigas pra provar, Aligot que é um purê de batata com infusão de queijos Gruyère e Minas Padrão, a porção, que tamanho médio custa 24 reais e eu comeria quilos disso! hahahahahah juro! Maravilhosa

E pedimos fritas temperadas porque batata nunca é demais! E também estavam ótimas.

Ficamos tão tão empolgados com tudo que comemos que até pedimos sobremesa, coisa que raramente fazemos. O Cheeeseke de Doce de Leite também não decepcionou!

Tudo isso foi acompanhado de um vinho honesto na casa dos 80 reais. Enfim, a conta sai alta, mas vale cada centavo! Vamos voltar com certeza.

Talvez eu ainda suma, porque estou cheia dos eventos esse mês, mas isso é assunto pra outro post ❤

Pela ZL – Osteria Del Rosso

Feriadão chegando e quem vai ficar pela cidade tem uma nova e boa opção de osteria italiana na ZL.

Localizada em uma esquina da movimentada da Itapura, a Osteria Del Rosso chama atenção com a sua fachada bonita. Por dentro a decoração segue a mesma linha industrial, intimista, escurinha em um espaço não muito grande. A cozinha fica aberta e isso é bem legal.

O atendimento foi ótimo do começo ao fim. Pra começar a noite pedimos uma Burrata, apesar de não ser grande, é deliciosa e vem super bem apresentada, acompanhada de tomates confit e azeite. Esse pão, é massa de pizza e é umas das coisas mais deliciosas que provei nos últimos temos. Vale a pena pedir!

Os pratos principais foram, um Mare e Monti pro Léo e uma Pizza Diavola pra mim.

Eu não lembro se já tinha provado antes um prato que juntasse terra e mar. No primeiro momento pode parecer estranho juntar filé mignon com camarão, mas esse prato é maravilhoso! O camarão era de chorar de tão bom, sério!

Eu pedi a pizza Diavola porque eu simplesmente fiquei apaixonada por esse sabor na Itália (pareço rica, mas sou da ZL, viu?). O forno da Osteria é napolitano com temperaturas superiores a 450°! E gente, a massa é igualzinha a da terra da pizza, IDÊNTICA. O sabor era bom. Mas se fosse comparar, falta molho. Eu amo molho de tomate e os italianos também, aqui no Brasil é sempre uma menisquência desse ingrediente em qualquer lugar, uma pena.

Na Osteria o apimentado vem do jalapeño, lá o molho já vem com a pimenta e com a linguiça. Se é uma pizza ruim? Pelo contrário, é muito boa. Mas falar que é a legítima pizza napolitana é um pouco de exagero. Vou deixar uma foto pra ilustrar o que eu estou falando.

Vale lembrar que a carta de vinhos é bem boa e há garrafas com preços justos.

Voltaria na Osteria, mais pelos pratos do que pela pizza.

Diavola Italiana

Para o final de semana – Basilicata

Eu não gosto de frio, mas confesso que há suas vantagens, descobrir um restaurante gostoso com aquela comida que aquece o corpo e a alma é uma delas!

O Bixiga é uma região bem tradicional aqui de SP. Conhecido pelas inúmeras cantinas italianas e a famosa festa da Achiropita, o Basilicata fica bem do ladinho da conhecida igreja.

Sua fama tem mais de 100 anos, uma das padarias mais tradicionais e antigas padarias da cidade. Assim que entramos eu já amei. Há pães, patês, massas, frios, vinhos, dá vontade de já ficar por ali mesmo. O restaurante fica no andar de cima.

O ambiente foge do esterótipo “restaurante da mama no Bixiga”. Ele é muito bem decorado, aconchegante e bonito! Aliás dá para pegar várias ideias de decoração também rs

O atendimento foi extremamente simpático e eficiente do começo ao fim. Começamos pedindo a carta de vinhos, porque, né? Pasta + Vino = Saudade de Itália.

As garrafas tem preços e opções variadas, vários na casa dos 110 reais, o que eu considero bom para um restaurante.

Escolhemos um vinho italiano e de entrada uns petiscos fritos chamado Paline Variati que custa 29 reais e vem com três molhos que acompanham os bolinhos de porchetta com batata, polpetta empanada e a mussarela empanada. Muito saborosos, quentinhos e bem feitos, amamos!

Os pratos principais, ficam na casa de 50 reais, minha escolha foi um Spaghetti Caccio Pepe que é uma mistura maravilhosa de pecorino com pimenta do reino e estava ótimo!

E o meu marido pediu cabrito com batata confitada e cebola assada. A carne, além de saborosa, estava DESMANCHANDO e os acompanhamentos deliciosos.

Sabe aquele lugar que dá vontade de passar o dia? De pedir mais um vinho, de ir ficando? Esse é o Basilicata.

Restaurant Week SP e Calle 54

Vocês conhecem o Restaurant Week, se sim vale voltar, caso não conheça vale conhecer!

Presente em mais de 12 cidades brasileiras, a Brasil Restaurant Week é um dos maiores festivais gastronômicos do mundo. Com o objetivo de oferecer o melhor da gastronomia do Brasil e do mundo a preços democráticos, os principais restaurantes do país preparam, durante o evento, um menu especial no qual os clientes podem degustar uma entrada + prato principal + sobremesa por um preço fixo.

No almoço o valor é R$46,90 e no jantar R$58,90, a edição de 2019 vai até o dia 21. Eu que amo conhecer lugares novos acho sempre uma ótima oportunidade. Sexta passada fomos jantar no Calle 54, amamos a culinária argentina e que com saudade de Buenos Aires (fomos três vezes, mas iria mil ainda <3).

No site do RW diz que a reserva é obrigatória, fomos reservar na própria sexta, mas, segundo o site, não tinha mais horários disponíveis. Liguei lá e eles marcaram sem nenhum problema. Ou seja, não acredite na reserva pelo site.

Fomos na unidade do Itaim e todas as outras estão com o mesmo cardápio para o RW.

Entradas:

Choripan com gorgonzola Quatá argentino assado na Parrilla

Empanada tradicional argentina com molho de TABASCO® Chipotle Sauce

Papas Fritas com Creme Azedo e Matambrito

Mini Hambúrguer assado na Parrilla

Principal

Shoulder com Risoto Calle 54

Baby Beef com Salsa Creola, Farofa e Biro-Biro

Milanesa Napolitano com queijo Gouda Quatá com Papas Hasselback

Shoulder Suino, Farofa de Pão com Castanha e Salada de Folhas

Salmão com Risoto de Limão

Sobremesa

Pudim na Lata Calle54

Torta Mousse de Chocolate

Gelato Doce de Leite

Fruta da Estação com Danette Criações

Tava um noite gostosa, sentamos do lado externo do restaurante pedimos uma Norteña que estava super gelada e fizemos nossas escolhas.

De entrada eu pedi Empada, e o meu marido o Choripan, os dois estavam maravilhosos, a gente passaria a noite comendo as entradas hahahahhaa

De principal fui de Milanesa e o Léo de Sholder com risoto. As carnes estavam divinas, arriscamos dizer que o Sholder é uma das melhores carnes que já provamos em SP. Meu Milanesa estava perfeito. Molho delícia, queijo na medida certa e super macio. Agora as partes não tão boas: os acompanhamentos! Minha batata não estava totalmente cozida, então estava dura em alguns pontos e sem sal e o risoto do outro prato estava tão al dente que beirava o cru e também sem muito sabor.

Já as sobremesas, a torta e o gelato, que apesar de derretido, estavam dividas!

Outras opções

Como ainda temos 10 dias tem outros lugares que quero ir. Um que vale muito a pena é o L’Entrecote de Paris o valor fica bem abaixo do normal e é sempre uma ótima pedida, fomos das outras vezes! Quero tentar ir no Paris 6 porque eu pareço fina, mas no fundo sou da zl né? Então quero provar esse hype todo hahahaha

Há a opção Premium também, que onde o almoço custa R$68 e o jantar R$89. Tem boas opções que já fui e recomendo como a Tartuferia San Paolo (maravilhosa!) e o
L’Entrecote d’Olivier que vale mais ir no jantar já que nessa opção a batatinha é ilimitada, no almoço é só uma porção e elas são tão maravilhosas que é melhor comer até ficar feliz hahahhaa

Pela ZL – Cadillac BBQ

Se tem uma hamburgueria que vale a pena conhecer na Mooca é a Cadillac Burger, já falei sobre ela aqui, o que vocês talvez não saibam, é que ela tem um “irmão” com sotaque texano.

Localizada em uma tranquila e escondida Borges de Figueiredo, número 60, fica um dos restaurantes mais legais de SP. Fazia tempo que eu não entrava em um lugar e ficava sem palavras. Fomos em um comecinho de noite e ficamos na área externa que é uma delícia! Tem até um ônibus estilizado. Todos os ambientes são demais!

O cardápio é bem enxuto! Ficamos na dúvida se pedíamos uma entradinha, mas recomendaram, aliás atendimento maravilhoso! Pedir primeiro pelo menos um Combo Barbecue, que é o carro chefe da casa e custa 55 reais. Para beber há diversas ótimas cervejas artesanais, na faixa dos 30 reais e eles trazem amendoim para acompanhar.

Assim que chegou nosso combo eu já gostei! Ele vem com costelinha de porco, Brisket que é peito bovino, linguiça, frango, mac n’cheese, cole slaw, feijão agridoce, picles, broa de milho e pão.

É muito difícil saber por onde começar, tudo é MUITO saboroso, a única coisa que não achei notável foi a linguiça. Agora a costelinha, o brisket, que é muito diferente e saboroso são maravilhosos! Os acompanhamentos são ótimos também, o mac n’cheese é o melhor que já comi, melhor até que o meu que é maravilhoso hahahahaha e o feijão agridoce que pode soar estranho, eu amei também, amo feijão de qualquer jeito.

O combo não satisfaz duas pessoas com fome não, como era o nosso caso no dia, então pedimos mais uma costela. Sabe a do Outback? Esquece, essa é muito melhor, mais macia e muito bem temperada, custa 48 e achei justo! A batatinha e a saladinha que acompanham também são bem gostosas.

Acho o preço do combo alto, mas vale a pena para experimentar. Tudo é maravilhoso, as músicas são ótimas também. Se você quiser conhecer um lugar totalmente diferente em SP, esse lugar é o BBQ!

Pela ZL – Jeronimo Burger

Como o dia mundial de começar a dieta já passou, na terça já podemos falar de hambúrguer, né?

O Jeronimo é uma criação do Junior Durski. Mas quem é ele? É o criador do famoso Madero (aquele que se autointitula como o melhor hambúrguer do mundo!) eu realmente amo o lanche deles, logo achei uma ótima ideia abrir uma lanchonete dedicada apenas aos burgers.

Fui na unidade do Shopping Anália Franco, mas aqui em SP tem no West Plaza também. O ambiente é bem parecido com aqueles containers do Madero que são só para hambúrgueres, sabem?

Só que um bom espaço, no dia que eu fui estava bem tranquilo (24 de dezembro!), mas acredito que deve lotar nos finais de semana. O sistema para pedir é todo automático, você vai na telinha e escolhe tudo que você quer, sem erro e rapidinho.

Pedi o Cheese Burger que custa 19 reais – Pão brioche toasted, hambúrguer com efeito smash, queijo cheddar derretido, alface, tomate e maionese artesanal do chef. Vi que já opções com frango e vegetariano também!

O efeito smash, segundo eles mesmos é ” O segredo do nosso smash está na quantidade perfeita de carne, que recebe o calor da chapa de aço carbono em altíssima temperatura, prensada pelo tempo exato, criando uma casquinha por fora, que faz com que a carne segure toda a sua suculência, seu sabor e suas melhores características”.

Também pedi uma porção de batata por 5 reais, que é ótima, achei o preço muito justo! Maionese, e uma pink lemonade, tudo deu uns 30 e poucos reais.

Uma coisa que não entendi no Jeronimo, é que no hambúrguer do Madero a coisa mais maravilhosa e diferente é o pão, que é francês e é apenas um dos melhores pães do mundo! Ai sabe o que eles fizeram? NÃO TROUXERAM O RAIO DO PÃO MARAVILHOSO! Por que, gente?

Sobre o hambúrguer, é bom, nada inesquecível, a maionese vocês podem passar. O Katchup é o mesmo do Madero, ou seja é muito bom!

Vale a pena conhecer e pela qualidade achei o preço bom, quase igual o do MC, então vale a pena. Só não espere nosso querido pãozinho!