Livros aleatórios

Depois da biografia da Michelle Obama achei que ia passar por uma grande ressaca literária, mas ainda bem não, porém li uns livros totalmente aleatórios, teve romance e suspense.

O primeiro foi escolhido porque eu queria um livro que me fizesse chorar. Sabe aqueles romances trágicos, era isso que eu queria. Por isso li O Amor Maior do Mundo que conta a história de Ella Beene encontrou a felicidade há três anos, quando parou ao acaso na pequena Elbow e conheceu Joe, que cuidava sozinho dos filhos. Logo os dois estavam casados e a vida parecia perfeita. Até que um dia Joe desobedeceu à sua própria regra – “jamais dar as costas para o mar” – e morreu afogado enquanto tirava fotos nas rochas.


Ella sempre acreditou que Paige, a ex-mulher de Joe, simplesmente abandonara o marido e os filhos. Mas, para sua surpresa, Paige aparece no funeral querendo as crianças de volta. É quando Ella percebe que Joe não lhe contou tudo sobre seu primeiro casamento.


Trilhando caminhos diferentes, as duas mulheres se encontram na mesma encruzilhada, disputando a guarda das crianças que amam e buscando respostas para seus conflitos emocionais.


Apesar do O Maior Amor do Mundo ser mergulho no complexo universo da maternidade com todas suas dores e delícias. Sofri pela Ella, sofri pela Paige. Apesar do sofrimento, não chorei e não é um livro espetacular, mas vale pra passar o tempo.

Eu já li outro livro da Sophie Hannah, fiz a resenha aqui e falei que o final é surreal. No livro Um Certa Crueldade o final não é absurdo, mas é tão sem graça para um história tão boa.


Cinco palavras-chave percorrem o livro ligando as diversas camadas e tramas paralelas da história. Tão importante quanto solucioná-lo é investigar as características psicológicas e emocionais de seus personagens. No caso de Uma Certa Crueldade, a premissa é levada, de fato, para o divã. É no consultório de uma hipnoterapeuta que as histórias de Amber Hewerdine e da policial Charlie se cruzam.

A primeira perdeu sua melhor amiga num incêndio e, desde então, sofre de insônia e ansiedade; já Charlie deseja parar de fumar. Num esbarrão na sala de espera, Amber lê, por acaso, no caderno da investigadora: “Gentil, Cruel, Meio que Cruel”. Pouco depois, sob hipnose, se ouve repetindo essas mesmas palavras aparentemente sem sentido, mas cruciais para a polícia na investigação de dois incêndios criminosos.

Eu amei esse livro, sabe aquele enredo que te faz desconfiar de todo mundo, depois te dá certeza de uma coisa que não é? Então, esse livro tinha um potencial IMENSO, mas os motivos para os acontecimentos são tão frívolos que deu até um desânimo. Se você quiser um livro que seja 90% ótimo recomendo hahahahhahaah

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