Livro – A Luz que Perdemos

Eu ando lendo gêneros tão variados que anda difícil juntar três livros da mesma categoria para postar aqui.

Então vamos de resenha única, A Luz que Perdemos, de Jill Santopolo da Editora Arqueiro é um romance, segue a sinopse:

“Lucy e Gabe se conhecem na faculdade na manhã de 11 de setembro de 2001. No mesmo instante, dois aviões colidem com as Torres Gêmeas. Ao ver as chamas arderem em Nova York, eles decidem que querem fazer algo importante com suas vidas, algo que promova uma diferença no mundo.

Quando se veem de novo, um ano depois, parece um encontro predestinado. Só que Gabe é enviado ao Oriente Médio como fotojornalista e Lucy decide investir em sua carreira em Nova York.

Nos treze anos que se seguem, o caminho dos dois se cruza e se afasta muitas vezes, numa odisseia de sonhos, desejo, ciúme, traição e, acima de tudo, amor. Lucy começa um relacionamento com o lindo e confiável Darren, enquanto Gabe viaja o mundo. Mesmo separados pela distância, eles jamais deixam o coração um do outro.

Ao longo dessa jornada emocional, Lucy começa a se fazer perguntas fundamentais sobre destino e livre-arbítrio: será que foi o destino que os uniu? E, agora, é por escolha própria que eles estão separados?” 

luz

Vi algumas comparações deste livro com outros dois que gostei bastante, o Como Eu Era Antes de Você e Um Dia, eu não concordo com o primeiro, porque a Louisa  Clark e o Willian Traynor são apaixonantes! Mas assim como no livro do Um Dia, os personagens deste livro me irritaram um pouco, já explico o motivo.
Apesar de ser uma “história de amor” acredito, que principalmente, seja uma narrativa sobre: lidar com as suas escolhas e consequências. Então, o Gabe é a pessoa decide o seu caminho e a Lucy lida com as consequências deste relacionamento.
No começo eu achei o Gabe extremamente egoísta, egocêntrico, mas no decorrer da história também não concordei com as atitudes da Lucy. No meio desse mar de sentimentos há o Derren, o marido apaixonado e compreensivo, mas que também tem seus momentos ruins.
A narrativa é bem construída, o livro é muito bem escrito, eu achei que ia chorar horrores, mas acabei tendo um sentimento de que não li sobre romance maravilhoso que não pode ser vivido, como a sinopse mesmo conta. Li sobre pessoas que não abriram mão de situações que poderiam ser mudadas com honestidade e coragem.
Acho o fim romantizar o sofrimento, achar a ideia do “Nem sempre nós ficamos com o amor da nossa vida”, louvável. Eu acredito que todo mundo, tem sim que ficar com o amor da sua vida. Se você não ama uma pessoa o mesmo tanto que ama a outra, peloamordedeus fiquem sozinhos hahahhahaha não envolvam terceiros, filhos (a Lucy tem tipo milhares de filhos durante o livro, eu perdi a conta hahahaha) nos seus problemas. Isso só causa sofrimento, isso é egoísmo. É preciso deixar ir, supere, faça terapia, mas não faça os outros de trouxa hahahaha
Para finalizar, eu achei injusto a forma que acabou o livro. Não o acontecimento final em si, porque isso já dá pra prever logo no início, conforme a história é contada. Gostaria de saber como os outros personagens também foram afetados. Enfim, talvez em uma TPM brava eu teria me emocionado, talvez eu recomende pra quer quer sofrer um pouco, mas já adianto que não um livro que amei.
Eu pareci revoltada nessa resenha, né? hahahahhaha desculpe aí, apesar de não parecer tô bem tranquila nesta sexta-feira fria ❤ 

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